Quem construiu

Marcos. Construo software pra mercado brasileiro.

Sou desenvolvedor, brasileiro, 26 anos. Construo software pra mercado brasileiro há anos — produto, infra, vendas, suporte, tudo eu. Forgem é o sexto produto que coloco no ar. É também o primeiro que coloca o que eu já fiz a serviço de quem ainda vai construir.

Por que fiz o Forgem.

Em 2024 contratei um SDR pra atender lead de um dos meus produtos. R$ 4.500 por mês, era bom, ficou três meses, foi embora. Contratei outro. Saiu em dois. O terceiro nem chegou — desisti.

Aí testei automação. ManyChat: fluxograma quebrava na primeira pergunta fora do roteiro. Take Blip: setup de três meses e contrato anual em dólar. ChatGPT puro: não tá no WhatsApp, não lembra do lead, não conhece meu produto. Joguei tudo fora, abri o editor e escrevi.

O que sobrou virou Forgem. Construa o agente em 10 minutos — persona, conhecimento, número conectado por QR — e ele responde lead 24/7 com memória por contato.

O que já tinha construído antes.

Forgem não é meu primeiro rodeio. O que eu construí antes existe, gera receita, tá rodando agora enquanto tu lê isso:

Não tô listando isso pra encher linguiça — tô listando porque cada um desses produtos tem o mesmo ingrediente que falta na maior parte de SaaS brasileiro: alguém que conhece o negócio, escolheu cada decisão técnica, e tá no telefone quando dá problema.

Como opero o Forgem.

Solo. Sem investidor, sem co-fundador, sem time. Decisão técnica é minha. Decisão de produto é minha. Suporte é meu — se tu mandar mensagem no WhatsApp da Forgem agora, sou eu que respondo.

Isso tem três consequências práticas pra quem usa:

O que não vou fazer.

Falar comigo direto.

Sem formulário, sem SDR, sem chatbot na minha frente. WhatsApp direto. Respondo eu mesmo, geralmente em até 2h em dia útil.